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COMUNICADO: ALIANÇA contra a Lei da Identidade de Género nas Escolas

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A Aliança defende a Liberdade e o direito à diferença, a toda e qualquer diferença.

No pensamento e na ação política a Aliança tem vindo a afirmar os seus valores e a conquistar o seu espaço, um espaço onde a Liberdade é fundamental, inquestionável, inalienável. 

Respeitamos as minorias, todas as minorias, como respeitamos as maiorias. E as leis, independentemente dos fins que preconizam, haja o que houver, devem visar o bem comum. As leis para serem justas e acolhidas precisam dum mínimo de adesão à realidade, carecem dum sentido comum de validação do que se rege, de amplos consensos.

O povo português não se revê na nova lei da identidade de género nas escolas. O povo não se revê nisto. Isto é uma imposição radical, ideológica, é uma desconstrução social, cultural, sem qualquer ponderação de efeitos ou de consequências. Isto é uma interpretação política da natureza e da sexualidade humanas, uma imposição esquerdista e totalitária de pensamento único que viola direitos individuais, que viola a consciência de milhões de portugueses que não votaram nisto, que não quiseram isto, que não querem isto. Legisla-se em função das prioridades, em razão das necessidades e para ficarmos melhor, não para ficarmos pior ou para se fazer experimentalismo social.

Para a ALIANÇA, a questão de fundo é a do papel da família ou o papel da escola na educação das crianças e dos jovens. É à família que cabe, principalmente, a formação das pessoas e a escola deve ter um papel coadjuvante, embora importante, mas não o principal. A ALIANÇA rejeita a imposição da agenda do Bloco de Esquerda e lamenta que o PS, para ter apoio para decisões económico-financeiras, vergue e ceda em caminhos agressivos para a sociedade.

A Comissão Executiva da ALIANÇA

Lisboa, 22 de Agosto 2019

1 COMENTÁRIO

  1. Caros Companheiros. A posição expressa está correcta e tem todo o meu acordo. Não podemos sobrepor orientações que servem interesses minoritários aos da maioria , mesmo que se deva sempre respeitar os justos interesses e a liberdade dessas minorias. No entanto, Companheiros , a causa desta situação reside na FALTA DE LIBERDADE DE EDUCAÇÃO. De facto, dada a enorme diferença das condições económicas para se participar na educação privada, relativamente às da educação oficial, torna-se muito difícil haver alternativa na escolha e os nossos filhos ficam sujeitos à influência das políticas do Estado, o que dificulta a transmissão da experiência e valores da Família.É um processo que está instalado que TEM DE SER ALTERADO.

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