Início Aliança O professor personalista “perseguido”

O professor personalista “perseguido”

98
0

Joaquim José Sousa, professor de Geografia e ex-colaborador da TSF-Madeira, 46 anos, natural de Évora, foi apresentado formalmente como cabeça de lista do partido Aliança às eleições regionais de 22 de Setembro, no passado dia 22 de Julho, por Pedro Santana Lopes.

Foi enquanto presidente do conselho executivo da Escola Básica 123 do Curral das Freiras (entretanto Escola Básica com Pré-escolar de Santo António e Curral das Freiras, após a fusão com a EB 2,3 de Santo António) que construiu uma imagem pública.

Em 2015, aquele estabelecimento de ensino era distinguido como a melhor escola pública do país; volvidos menos de três anos Joaquim Sousa era afastado da direcção (depois da Secretaria Regional da Educação ter decidido avançar com a fusão das escolas). Em Março último, o professor acabaria por ser condenado a uma suspensão de seis meses, no âmbito do processo disciplinar instaurado em 2018 pela tutela, por alegadas “irregularidades na gestão” daquele estabelecimento de ensino.

Ao DIÁRIO, o candidato revelou as suas motivações, as prioridades e objectivos da Aliança nas eleições que se avizinham. Referindo-se ao caso que o tornou mediático, diz ter sido vítima de “perseguição”.

Quem é o Joaquim José Sousa?

O Joaquim Sousa é um professor de Geografia, feito na escola pública, que deve à escola pública e aos professores da escola pública que encontrou ao longo da sua vida a formação que tem em termos académicos, uma vez que é proveniente de uma família com baixos recursos económicos. E, portanto, teve a sorte de encontrar na escola pública pessoas que tiveram a competência de potenciar algumas competências que ele tinha, de modo a que se quebrasse o ciclo da baixa formação das gerações anteriores. Nesse sentido, é alguém que olha para a escola pública como um elevador social.

Quando, depois e passar por demasiadas instituições e missões, em 2009, me disponibilizei a voltar à Educação, mais propriamente a ir para a Escola do Curral das Freiras – sítio que assumo não conhecia à data – foi aliciante descobrir que, para aquelas crianças, a escola também podia ser o tal elevador social que tinha feito de mim aquilo que sou e que me permitiria devolver a essas crianças aquilo que a escola me tinha dado a mim.

Durante muito tempo não entendi a escola como um trabalho, entendia-a como uma missão e como uma resposta a uma necessidade que eu podia colmatar. Efectivamente, desde uma escola onde o abandono era no início assustadoramente elevado, onde grande parte dos meninos e das meninas não entendiam a escola como algo importante, até ao último ano em que estive nessa escola, em que a taxa de abandono escolar foi de 0% e a taxa de sucesso de 95%, foi um longo caminho e, ao mesmo tempo, extremamente gratificante.

Como é que passa de presidente do conselho executivo de uma ‘escola modelo’ a visado num processo disciplinar? O que é que realmente aconteceu?

Há um momento que me marca muito em todo este processo. Eu estava no Teatro Thalia, em Lisboa, num programa da RTP, e a um dado momento o jornalista Carlos Daniel diz que não precisávamos de ir à Finlândia, porque tínhamos em Portugal um exemplo de sucesso comparável ao que de melhor que se faz a nível mundial. Nesse momento senti uma coisa muito simples: “isto vai correr mal”. Porquê? Infelizmente, muitas das vezes a Administração é extremamente centralista. Ou seja, é o conceito de quem é que é importante. Para mim, importantes sempre foram os meus alunos e os meus familiares. Para certa Administração, o importante são eles próprios. Tudo o resto não o é e, efectivamente, as coisas correram mal…

Qual é a sua relação com o secretário regional da Educação, Jorge Carvalho?

O responsável máximo da Educação [regional] é alguém que respeito institucionalmente. A título pessoal é alguém que, se não fez, deixou fazer muito mal à minha família. Não me permitiu ter qualquer tipo de defesa perante aquilo de que fui acusado. É alguém que provocou nos meus filhos os piores momentos que eles tiveram… Como a família é algo importante para mim, naturalmente representa aquilo que neste momento é um dos combates da minha vida: lutar contra o assédio moral.

O assédio moral é algo que nos deve preocupar a todos. Nós temos assistido na nossa sociedade à assunção de um conjunto de pessoas a cargos de responsabilidade que, por vezes, se esquecem que o respeito que nós devemos ter para com a tutela esta também deve ter para connosco.

Sente-se injustiçado neste processo?

Sinto-me, hoje, perseguido. Eu nasci cinco meses antes do 25 e Abril e uma das coisas que me custa a acreditar é que, muitas vezes, parece que estamos a voltar aos anos de chumbo da ditadura. Se é perseguição política não sei, porque até ao momento não tinha tido qualquer tipo de participação política activa. Se é assédio moral custa-me muito (…) coloco-me no lugar daquelas pessoas que, não tendo tanto conhecimento nem tantos meios de defesa, numa situação como aquela em que eu estou, provavelmente, estariam a beber demasiado ou com graves problemas psicológicos (…) O Estado não deve usar os seus meios para perseguir. Deve usá-los para melhorar, de maneira construtiva e não destrutiva. E, neste caso, volto a dizer: ou é um caso de assédio moral e é crime, ou é um caso de perseguição política e é crime.

A candidatura pela Aliança é uma consequência do processo instaurado pela Secretaria?

Não, é apenas o assumir de mais uma responsabilidade. Não lhe vou dizer que não tem nada a ver, porque nós somos estruturas complexas enquanto cidadãos, agora efectivamente tem a ver com aquilo que nós [Aliança] entendemos. A política se não for para as pessoas de nada serve. O partido Aliança surge, justamente, nessa sequência: de pessoas para pessoas.

É exactamente por isso que aqui estou: para devolver à sociedade aquilo me deu – e fi-lo com a ajuda de muitos no Curral das Freiras – e, em termos políticos, para lutar também contra as injustiças que as pessoas padecem.

Nós estamos numa Região hoje que tem imensos problemas. Os nossos jovens saem porque não encontram futuro na sua terra, porque não têm esperança num amanhã melhor. Eu tenho aqui ao lado a minha filha e uma das questões importantes é pensar que se calhar, daqui 14 ou 15 anos, ela terá de emigrar porque não terá trabalho na sua terra. Ela tem o direito de ficar cá e, se quiser, construir aqui a sua vida. Não é só bom para mim enquanto pai, é bom para nós enquanto comunidade. Nós estamos num processo de envelhecimento e despovoamento tremendo de parte do nosso território e isso fica a dever-se aos jovens que têm partido.

A seu ver, é culpa das políticas do Governo Regional na área da Educação?

Não é só uma questão da área da Educação. Que tipo de desenvolvimento é que nós tivemos ao longo destes anos? A entrada na Comunidade Económica Europeia permitiu-nos ter acesso a um conjunto de fundos que me faz lembrar o ouro do Brasil. Ou seja, tivemos muito dinheiro, mas não fomos capazes de ter um desenvolvimento sustentável. O ouro do Brasil levou-nos a construir grandes palácios e catedrais mas não nos levou a que as pessoas tivessem melhor qualidade de vida. Tiveram melhor emprego naquela fase, mas depois todos nós conhecemos a História, os navios cheios de portugueses que tiveram de partir porque grassava a fome nos campos nacionais, nos Açores e na Região. Portanto, o que nos aconteceu com a entrada de tanto dinheiro foi construir, construir, construir… Enriquecemos uns quantos, o povo teve trabalho durante um tempo, mas aonde é que está o desenvolvimento potenciado por essas estradas, por esses túneis?

Reconhece, no entanto, a importância dessas obras?

Considero importante que todas as pessoas no território tenham qualidade de vida. Levar a água, levar a luz, levar a Educação, a Saúde, o saneamento básico até às pessoas… Eu sempre disse e mantenho que enquanto o doutor Jardim estivesse na vida política dificilmente eu teria qualquer participação política, porque há um respeito grande que nós temos de ter. Agora, como tudo na vida, há ciclos. Houve um ciclo importante do doutor Jardim, porque ele punha as pessoas primeiro. Nunca me esqueço, um dia perguntei-lhe: “Centro de Saúde no Curral das Freiras ou no Porto da Cruz, não era mais fácil as pessoas irem a Santo António ou a Machico?”. E dizia-me ele: “Uma pessoa quando está com uma emergência quer e precisa de uma resposta imediata”.

Neste momento, estamos a regredir: abriram-se escolas, fecham-se escolas; abriram-se centros de Saúde, fecham-se centros de Saúde; a ideia era o emprego, hoje a ideia são os POT (Programas de Ocupação Temporária de Desempregados) … Pior, a nível ambiental onde é que está a nossa pérola do Atlântico? No betão, no cimento, nas construções que depois ficam ao abandono, como a Marina do Lugar de Baixo ou os túneis para lado nenhum?

Falou no encerramento/ fusão de escolas, no entanto reconhece que estamos numa sociedade cada vez mais envelhecida. Se há cada vez mais professores e menos alunos, como que se resolve essa questão?

Não há bem mais professores do que alunos. Aliás, nós vamos ter a breve trecho um grave problema a nível de professores. Eu posso dizer-lhe que no último ano em que estive na Escola do Curral pedimos a substituição de um professor de Economia em Fevereiro, em Abril ainda não tínhamos resposta e fui eu próprio que assumi a disciplina de Economia para que os alunos pudessem acabar o curso. Portanto, há aqui conceitos que estão-nos a ser transmitidos pela Administração que não são reais. O que nós podemos fazer e devemos fazer é ter um plano integrado para a Educação na Região.

Nós sabemos hoje que a Educação personalista, aluno a aluno, é muito melhor para a criança do que a Educação colectivista. Turmas com 30 alunos? Não era mais fácil reduzir o rácio para 16 alunos, por exemplo? Não temos professores a mais, segundo diz a Secretaria da Educação?

Hoje já não é uma hora para ir do Funchal ao Curral das Freiras. Não era mais fácil, em vez de termos turmas enormes na Escola de Santo António, termos um projecto integrado já que fundiram as escolas? Em vez de termos turmas com 25/26 alunos em Santo António com problemas disciplinares, parte desses alunos irem para o Anexo do Curral que pertence à mesma escola (…)

Eu acho que a gestão da rede é sempre uma coisa importante, agora má gestão é abrir uma escola e daí a 10 anos fechá-la. Quer dizer que estamos a hipotecar os dinheiros públicos, estamos a gastar dinheiro [a abrir escolas] para depois não ter qualquer tipo de utilidade.

Há outra questão que é aqui importante. Nós falamos do envelhecimento da classe docente, mas na realidade não temos programa algum antecipar a questão das reformas. Temos colegas por essas escolas fora em que era melhor para eles e melhor para as crianças e, portanto, melhor para o sistema, que pudessem transitar para um período de reforma.

O Estado tem capacidade financeira para permitira reforma antecipada?

Nós não temos professores a mais como a Administração passa a vida a dizer? Temos de encontrar uma solução. Se calhar faz-se menos um túnel ou muda-se menos uma vez o alcatrão da via rápida… Agora isso já é campo da opção política (…) A pessoa tem de vir sempre primeiro. Então e as crianças que estão com ele professor que já não está em condições para dar aulas? Não estamos a hipotecar o futuro? Está disponível para isso com os seus filhos? Eu não estou disponível para isso com os meus filhos.

Até agora falámos muito da Educação. Considera que a Aliança está muito ‘colada’ à Educação pelo facto do Joaquim ser professor?

Não, nem sequer é a nossa vertente principal, embora entendamos que a Educação é a base de tudo. Nós temos uma melhor Educação, temos uma melhor Saúde, um melhor emprego, um melhor Ambiente. Se criarmos crianças conscientes, teremos garantidamente uma melhor sociedade.

Em termos de Saúde, nós Aliança damos grande importância aos Cuidados de Saúde Primários, porque se nós cuidarmos à nascente não vamos ter de resolver na foz. Se nós cuidarmos do envelhecimento activo, não vamos ter tantos problemas com diabetes ou com mobilidade dos nossos idosos. Se não temos a capacidade para ter um médico de família para todos os cidadãos e calhar temos capacidade para ter um enfermeiro que faça o acompanhamento daquela família (…) É o conceito de cuidar. Não podemos centrar a Saúde só na questão do Novo Hospital.

O que é que Aliança defende em relação ao novo Hospital?

A Aliança em relação o Novo Hospital entende que deve haver uma negociação séria com o Governo da República para que o novo hospital seja um compromisso nacional, não apenas a 50%.

Aliás, neste momento de ruptura orçamental que existe da Saúde – medicamentos que faltam, centros de saúde que metem água, máquinas que já não funcionam, falta de médicos – , e sendo o presidente do Governo Regional membro do Conselho de Estado, faria sentido fazer uma reunião com o Governo da República e renegociar a Autonomia na área da Saúde.

Aqui há uma coisa que é mais importante, independentemente dos galões que cada um tem em cima, que é os cuidados prestados aos habitantes da Madeira e do Porto Santo. A Saúde que eu quero construir é a Saúde que eu quero para os meus filhos serem tratados, é a Saúde que eu quero que cuide de mim quando eu estiver no ocaso da minha vida, é a Saúde que dê tranquilidade e confiança às pessoas.

A Saúde é algo fundamental para todos nós que não podemos deixar para se há ou não há dinheiro (…) Se tivermos de ficar só com os cuidados de saúde primários nós ficamos e arranjamos uma solução para o problema juntamente com o Governo da República. Não podemos é andar a empurrar com a barriga para a frente os problemas e dizer “a culpa é deles”, porque isso não resolve os problemas de ninguém.

Eu defendo a Autonomia completamente, mas uma Autonomia responsável e honesta. É preciso ter coragem de assumir que nós neste campo específico não temos capacidade e, dentro da pátria portuguesa, renegociar o que temos de renegociar, porque é do interesse do país a ocupação do território.

Outras prioridades da Aliança?

Na Saúde, em primeiro lugar temos de ter um plano de desenvolvimento, um projecto a 20 anos que seja maleável, porque estamos num tempo em que as coisas vão mudando rapidamente.

Depois tem de haver aqui uma questão de Região: Madeira, Açores, Canárias e Cabo-Verde, nunca descurando a questão nacional.

A mim faz-me muita espécie que andemos aqui em berrarias por causa da questão do ferry. Como num país insular como Portugal não tem um ferry Funchal-Lisboa-Ponta Delgada, eventualmente acrescentando Canárias (porque é um mercado de dois milhões de pessoas) e (não esquecendo a portugalidade) Cabo-Verde.

A última ideia de que me lembro para as Regiões Ultraperiféricas foi de doutor Jardim. Daí para cá é conflito, atrás de conflito entre a Madeira e República. Independentemente da vontade de quem quer que lá esteja, há um interesse maior que é o interesse colectivo.

É fundamental para os nossos agricultores, por exemplo. Não é como o Governo Regional diz um “não assunto”. Não foi à toa que o senhor António Armas chegou a falar em haver duas ligações por semana. Se nós conseguirmos que o produto Madeira certificado tenha mercado a nível nacional é viável.

A nível turístico também, até porque o preços da TAP e da EasyJet são completamente absurdos. E, mais uma vez, temos o pai da coisa a dizer que a culpa é dos outros. Este acordo de mobilidade foi assinado por Miguel Albuquerque e por Pedro Passos Coelho à data. [A Aliança defende] renegociar com a República a questão do subsídio de mobilidade, para pagarmos apenas o valor que está consignado.

(…) Mas as tarifas se calhar até vão disparar mais no futuro graças à questão ambiental. Apenas o senhor presidente do Governo é que diz que a tecnologia resolve. Não, vamos ter aqui um problema por causa da questão ambiental, temos de encontrar alternativas.

Em relação ao Porto Santo, porque é que em vez de termos aviões que vêm e são desviados para Canárias ou para Lisboa não encontramos soluções para que o Aeroporto do Porto Santo seja – resolvidos os problemas técnicos quem tem – uma alternativa imediata ao Aeroporto do Funchal, negociando com a ANA e com o Governo da República?

(…) O caminho tem de ser, dentro do conceito de Portugal, resolver os que afectam os portugueses, estejam eles na Ponta do Pargo, em Lisboa, em S. Jorge ou em Vila Real de Trás-os-Montes.

A nossa ideia é construtiva e essa é uma mudança que é importante.

Quais são os objectivos da Aliança?

A nível global de um país melhor, a nível regional de uma Madeira melhor. Nós entendemos que este ciclo político que vivemos terminou, que o modelo político em que assenta a nossa democracia não resolve os problemas das pessoas. Por isso mesmo, fomos o primeiro partido a apresentar o programa eleitoral, fizemos a auscultação da comunidade, reunimos com pessoas e instituições, elaborámos um programa, voltámos a auscultar em termos daquilo que seriam os rostos para dar imagem a esse programa… Agora, confiamos perfeitamente na decisão dos habitantes da Madeira.

Espera eleger deputados a 22 de Setembro?

Espero e vamos aceitar os resultados que os habitantes nos quiserem dar. Temos expectativas de eleger objectivamente, embora também tenhamos noção de que o sistema está feito para que os novos partidos não elejam ninguém. Logo à partida com os critérios editoriais que existem. O doutor Paulo Cafôfo anunciou que era candidato, foi imediatamente convidado para ir à RTP. O partido Aliança apresentou o seu candidato, obviamente que não foi convidado para ir à RTP. Onde é que está o jogo democrático?

Perante a Constituição somos todos iguais, mas perante a alteração da lei [eleitoral] os critérios editoriais decidem quem é mais igual do que quem. Isto é um problema para os partidos novos. O partido Aliança entregou, aliás, uma carta ao Presidente da República e também na Comissão Nacional de Eleições exactamente para que haja um esclarecimento e para que se dê algum espaço aos novos partidos para apresentarem os seus programas. Caso contrário, a partidocracia instalada que não resolve problemas nenhuns vai continuar como está.

Agora era fundamental – seja com a Aliança ou não – encontrarmos um novo modelo de sociedade, de relação com Estado e de desenvolvimento, sob o risco de não muito a longo prazo estarmos num lar de idosos e não de uma Região que outrora já foi bastante viva.

Santana Lopes disse que está disposto a coligar-se caso o PSD não obtenha maioria absoluta na Madeira. Concorda?

O que ele disse é que sabia qual era o seu bando e que um Governo da República, Governo dos Açores e Governo da Madeira todos da mesma cor política não era uma coisa de que ele gostasse muito. Devo dizer-lhe que não acho que isso seja menos democracia do que se for ao contrário (…) Agora aquilo que foi dito por Santana Lopes é que sabemos qual é a área política a que pertencemos. Nós somos radicalmente de centro e olhamos mais para o centro-direita do que para o centro-esquerda.

E qual é que é o “bando” do José Joaquim Sousa, tendo em conta as questões pendentes que tem com o Governo Regional PSD, concretamente com a Secretaria da Educação?

O Joaquim José Sousa enquanto pessoa tem algumas questões com uma pessoa do Governo Regional. O Joaquim José Sousa candidato pela Aliança não tem questão nenhuma com o Governo Regional. Tem um projecto diferente de sociedade que o Governo Regional assente naquilo que a equipa Aliança defende. Agora, o meu bando são aqueles que querem um amanhã melhor para todos.

Fonte:Diario de Notícias

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here